sábado, 15 de setembro de 2007

Dalton Trevisan - O Vampiro de Curitiba

Nascido em 14 de junho de 1925, o curitibano Dalton Jérson Trevisan sempre foi enigmático. Antes de chegar ao grande público, quando ainda era estudante de Direito, costumava lançar seus contos em modestíssimos folhetos. Em 1945 estreou-se com um livro de qualidade incomum, Sonata ao Luar, e, no ano seguinte, publicou Sete Anos de Pastor. Dalton renega os dois. Declara não possuir um exemplar sequer dos livros e "felizmente já esqueci aquela barbaridade". Entre 1946 e 1948, editou a revista Joaquim, "uma homenagem a todos os Joaquins do Brasil". A publicação tornou-se porta-voz de uma geração de escritores, críticos e poetas nacionais. Reunia ensaios assinados por Antonio Cândido, Mario de Andrade e Otto Maria Carpeaux e poemas até então inéditos, como O caso do vestido, de Carlos Drummond de Andrade. Além disso, trazia traduções originais de Joyce, Proust, Kafka, Sartre e Gide e era ilustrada por artistas como Poty, Di Cavalcanti e Heitor dos Prazeres.
Já nessa época, Trevisan era avesso a fotografias e jamais dava entrevistas. Em 1959, lançou o livro Novelas Nada Exemplares - que reunia uma produção de duas décadas e recebeu o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro - e conquistou o grande público. Acresce informar que o escritor, arisco, águia, esquivo, não foi buscar o prêmio, enviando representante. Escreveu, entre outros, Cemitério de elefantes, também ganhador do Jabuti e do Prêmio Fernando Chinaglia, da União Brasileira dos Escritores, Noites de Amor em Granada e Morte na praça, que recebeu o Prêmio Luís Cláudio de Sousa, do Pen Club do Brasil. Guerra conjugal, um de seus livros, foi transformado em filme em 1975. Suas obras foram traduzidas para diversos idiomas: espanhol, inglês, alemão, italiano, polonês e sueco. Dedicando-se exclusivamente ao conto (só teve um romance publicado: "A Polaquinha"), Dalton Trevisan acabou se tornando o maior mestre brasileiro no gênero. Em 1996, recebeu o Prêmio Ministério da Cultura de Literatura pelo conjunto de sua obra. Mas Trevisan continua recusando a fama. Cria uma atmosfera de suspense em torno de seu nome que o transforma num enigmático personagem. Não cede o número do telefone, assina apenas "D. Trevis" e não recebe visitas — nem mesmo de artistas consagrados. Enclausura-se em casa de tal forma que mereceu o apelido de O Vampiro de Curitiba, título de um de seus livros. "O "Nélsinho" dos contos originalíssimos e antológicos, é considerado desde há muito "o maior contista moderno do Brasil por três quartos da melhor crítica atuante". Incorrigível arredio, há bem mais de 35 anos, com com um prestígio incomum nas maiores capitais do País. Trabalhador incansável, fidelíssimo ao conto, elabora até a exaustão e a economia mais absoluta, formiguinha, chuvinha renitente e criadeira, a ponto de chegar ao tamanho do haicai, Dalton Trevisan insiste ontem, hoje, em Curitiba e trabalhando sobre as gentes curitibanas ("curitibocas", vergasta-as com chibata impiedosa) e prossegue, com independência solene e temperamento singular, na construção e dissecação da supra-realidade de luas, crianças, amantes, velhos, cachorros e vampiros. E polaquinhas, deveras."

Denise Stoklos

Denise Stoklos (Irati, Paraná, 14 de julho de 1953) é uma dramaturga, encenadora e atriz.
Denise começou sua carreira em 1968. Depois de trabalhar no Rio de Janeiro e em São Paulo, mudou-se com seu marido para Londres em 1977, onde ela especializou-se em Mímica e desenvolveu seu estilo próprio de performances solo. No início de 1980, foi para a Califórnia, onde continuou seus estudos e chegou a montar o seu segundo solo ("Elis Regina"). Em 1982, fez parte da novela da Rede Bandeirantes, Ninho da serpente. Em 1987, apresentou "Mary Stuart" em Nova York, onde, devido ao grande sucesso alcançado, foi convidada a fazer outras duas peças. Em 1993, recebeu o Prêmio da Fundação Guggenheim, de Nova York, e publicou o romance "Amanhã será tarde e depois de amanhã nem existe", adaptado mais tarde para teatro solo. Retornou ao Brasil, e apareceu em diversas de suas próprias peças, nas quais ela foi diretora e coreógrafa. Ela passa todo seu conhecimento teatral em workshops. Em 1999 realizou-se um festival na cidade de São Paulo com suas peças. Denise Stoklos foi a primeira atriz brasileira a se apresentar em Moscou, Pequim e na Ucrânia. Ela já representou suas vinte peças em sete idiomas, apresentou-se em trinta países e escreveu sete livros. Em 2000, foi convidada pela Universidade de Nova York para ensinar seu método teatral "Teatro Essencial", que visa ter em cena o mínimo possível de efeitos e o máximo de teatralidade. Denise Stoklos tem dois filhos.

Emiliano Perneta - Poeta

Emiliano Perneta é considerado o maior poeta simbolista paranaense.
Nasceu a 03 de janeiro de 1866, em um sítio, em Pinhais, na zona rural da cidade de Curitiba. O apelido "perneta" vem de seu pai, Francisco David Antunes, que tinha um jeito típico de andar. Depois de completar o ginásio no Instituto Paranaense, o poeta segue para São Paulo, para cursar a Faculdade de Direito. Estava com 19 anos. A "república" onde passou a morar era ponto de encontro da juventude boêmia, famosa pelas extravagâncias, escândalos, audácia e donjuanismo. Nesta época, o quarto do poeta foi apelidado de "Autocracia da Anarquia". Foi então que aderiu aos ideais da abolição e da República, publicando textos políticos e literários. Em meio a estes acontecimentos, Emiliano Perneta perde a mãe. Para ela, Cristina Maria dos Santos, de quem dizia "como era bela e como foram lindos e alegres os seus vinte e poucos anos!", escreveu o seguinte epitáfio, em 1886 : "Aqui debaixo desta fria lousa, Aqui, ó mãe junto do teu, O meu coração repousa, Mudo, gelado, como quem morreu." Continuando nos ideais de liberdade, passa a fazer palestras republicanas, publica artigos políticos e literários, assim como passa a incentivar, em Curitiba, a leitura do escritor Baudelaire, fato marcante para o surgimento do Simbolismo no Brasil. Também fundou várias revistas e colaborou com seus textos para várias outras, além de jornais. Em 15 de novembro de 1889, formou-se em Direito e, escolhido para ser o orador da turma, fez um discurso inflamado em defesa da República, sem saber que ela havia sido proclamada horas antes no Rio de Janeiro. Emiliano Perneta continuou publicando artigos e textos literários em vários periódicos e participando de inúmeras entidades cívicas e intelectuais. Também chegou a ocupar muitos postos em empresas públicas e privadas. Pelo seu dinamismo e obras, foi homenageado por diversos contemporâneos, entre eles, Nestor Victor, Lima Barreto, Andrade Muricy. Tais homenagens aconteceram em vida e também após a sua morte, ocorrida no dia 21 de janeiro de 1921, na Pensão de Otto Kröhne, na Rua XV de Novembro, 84. O Simbolismo no Paraná Quando Emiliano Perneta retornou ao Paraná, encontrou um grupo bastante expressivo de literatos e intelectuais. A Revista Azul, Club Curitibano e, principalmente, O Cenáculo foram as publicações que difundiram os ideais filosóficos, ocultistas, esotéricos e espiritualistas do decadismo e do Simbolismo no Paraná.

Herson Capri - Ator

Herson Capri Freire (Curitiba, 8 de novembro de 1952)
Herson Capri é um típico Curitibano que começou a Carreira Artística ainda muito jovem, aos 15 anos já fazia Teatro no Colégio Estadual do Paraná e a partir de então já sabia a Profissão que iria seguir. Ator contratado da Rede Globo de Televisão, Herson já participou de grandes sucessos dentro da Emissora. Seu trabalho mais recente na TV foi interpretar Fernão, na Minissérie "Um Só Coração", mas vale destacar a boa performance nas Novelas: Tropicaliente, Explode Coração, Anos Rebeldes, Era Uma Vez, entre outros sucessos que fazem parte do vasto Curriculum do Artista. Com quase 40 Anos de Carreira Artística, Herson faz TV, Cinema e Teatro e a importância do Teatro o Ator sempre procura realçar. Herson tem 4 Filhos, adora a Família e afirma que, durante suas viagens, não perde o contato, porque morre de saudades.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Pedro Muffato - Piloto Paranaense(Fórmula Truck)

A história de sucesso de Pedro nas pistas teve início ainda na década de 60, quando participou, numa pista improvisada nas ruas de Cascavel, sua cidade, das primeiras corridas de sua carreira. Naquela época, ele teve participação no processo que consolidou a cidade como a primeira do interior do Brasil a ter um autódromo com traçado asfaltado. Inclusive, Pedro comandou em abril de 1973, como prefeito cascavelense, o traçado com asfalto. A paixão pela velocidade o fez transcender a condição de piloto. Pedro, entre os anos 70 e 80, atuou como construtor de carros de corrida. Seus chassis Muffatão deram suporte à Fórmula 2 Codasur, precursora da atual Fórmula 3 Sul-Americana. A revista "Placar" o definiu como "Colin Chapman do Paraná", alusão ao lendário fundador da equipe Lotus, cujo modelo 72D levou Emerson Fittipaldi, em 1972, ao primeiro título do Brasil na Fórmula 1. Muffato sofreu, em 1996, o acidente mais grave de sua carreira. Foi numa prova da Fórmula 3 Sul-Americana, em Cascavel. Levado a São Paulo numa "UTI voadora", permaneceu em coma induzido durante 17 dias. Teve todas as costelas quebradas e fígado e rins esmagados. Esteve entre a vida e a morte. Foi essa sua maior vitória na carreira. Recuperado, abandonou as pistas e passou a atuar como comentarista da ESPN Internacional nas transmissões da F-3. A paixão pelo automobilismo fez com que Pedro se rendesse ao insistente convite de Aurélio Batista Félix, promotor da Fórmula Truck, para voltar às pistas. E o retornou aconteceu no ano 2000. De início, pilotava um caminhão do próprio Aurélio. Depois, com a experiência adquirida nos tempos em que fabricava seus carros de competição, montou a M. A. Motorsport, pela qual compete até hoje. É a equipe que deu ao paulista Roberval Andrade o título de 2002. Aos 61 anos de idade - ou "um sessentão nas pistas", como ele próprio define -, o avô Pedro é o mais experiente piloto em atividade no Brasil, um dos mais experientes do mundo. David Muffato, seu filho, herdou a paixão pela gasolina e é, hoje, um dos principais pilotos da Stock Car V8 nacional.

Estádio do Café - Casa do tubarão

O Estádio do Café é um estádio de futebol localizado em Londrina, Paraná e é utilizado principalmente pelo Londrina Esporte Clube .
O estádio foi inaugurado em 22 de agosto de 1976 e fica a 4 km do centro da cidade, ao lado do Autódromo Internacional Ayrton Senna. O estádio tem o formato de ferradura, e atualmente tem capacidade para 45 mil pessoas. Seu maior público foi em um clássico de 54.178 pessoas na partida Londrina 1 a 0 Coritiba em 15 de Fevereiro de 1978 , pelo Campeonato Brasileiro .

Kyocera Arena - Casa do Furacão

A Kyocera Arena é o estádio de futebol particular mais moderno da América Latina. Foi concebida para atender ao conceito de multi-uso e pode ser palco de outros eventos, além de partidas de futebol do Clube Atlético Paranaense. Para criar o projeto, vários estádios europeus foram visitados, como a Arena dos Países Baixos, o St. Dennis da França, o Old Trafford, estádio do Manchester United, da Inglaterra, entre outros tantos.
A Kyocera Arena oferece serviços com a qualidade de um shopping center, incluindo conforto e segurança. O empreendimento ainda conta com um centro comercial, onde funcionam lojas, uma academia de ginástica e uma churrascaria.O Atlético Paranaense sempre foi considerado imbatível dentro de seus domínios. A união de forças entre time e torcida sempre fez da Kyocera Arena o Caldeirão das vitórias atleticanas. Em 1999, quando o estádio mais moderno da América Latina foi inaugurado, teve início a era mais vitoriosa do time. Desde 1999, o time conquistou o título do Campeonato Brasileiro em 2001, quatro títulos estaduais (2000, 2001, 2002 e 2005), além de participar de três edições da Copa Toyota Libertadores (2000, 2002 e 2005). Também conquistou o vice-campeonato do Brasileirão em 2004 e da própria Copa Toyota Libertadores em 2005. O bom desempenho do Furacão nos jogos disputados diante da sua torcida foi fundamental para a conquista destes resultados. Desde a inauguração da Kyocera Arena, o Atlético já disputou 261 partidas, conquistando 164 vitórias, 56 empates e 41 derrotas, com aproveitamento de 69,9%. Além disso, o Furacão balançou a rede dos adversários em 578 oportunidades e sofreu apenas 286 gols, tendo o impressionante saldo de 292 gols a seu favor. O estádio já sediou um jogo do Brasil. E, atualmente, luta para ser sub-sede da provável Copa de 2014 no Brasil.

Estádio Couto Pereira - Casa do Coxa

Estádio Major Antônio Couto Pereira, mais conhecido simplesmente por Couto Pereira, é o maior estádio de futebol do estado do Paraná, e pertence ao Coritiba Foot Ball Club.Os primeiros jogos do Coritiba aconteceram no Jóquei Clube Paranaense, nos dias em que não havia corrida. Em 1916, com o apoio dos associados, o clube se transferiu para o Parque Graciosa, no bairro do Juvevê, e ficou lá até ter o contrato rescindido. Com essa rescisão, o Coritiba pagou uma boa indenização e passou a procurar um terreno para a construção de um novo estádio. O clube era comandado na época pelo Major Antônio Couto Pereira, que dedicou sua vida inteira ao Coritiba. Foi ele quem achou o terreno do atual estádio, pago com um empréstimo de 120 contos de réis feito na Caixa, com juros de 12% ao ano.O novo estádio, denominado de Belfort Duarte, ficou pronto em 1932, e foi inaugurado no mesmo ano, com a partida Coritiba 4x2 América FC, do Rio de Janeiro. O Coxa mandou seus jogos naquele estádio até 1956, quando o então presidente Arion Cornelsen anunciou que o estádio seria reformado.Arion alegou que a torcida do Coritiba havia crescido muito na última década e que aquele era o momento certo para a ampliação do Belfort Duarte, em vista do dinheiro que o clube havia arrecadado com a Loteria Esportiva. Emílio Cornelsen, pai de Arion, acompanhou de perto todas as obras no estádio, sem deixar que nenhum problema ocorresse. As obras, porém, foram concluídas apenas no mandato de Evangelino da Costa Neves, que foi o encarregado de entregar esse patrimônio à torcida. Em 1977, com as obras já concluídas, o nome do estádio foi alterado de Belfort Duarte para Major Antônio Couto Pereira, em homenagem ao homem que deu o pontapé inicial para que esse monumento pudesse existir.

Vila Capanema - Estádio do Paraná Clube

Vila Capanema é como é conhecido o Estádio Durival Britto e Silva, em Curitiba, Paraná, o único do estado que já abrigou partidas de Copa do Mundo.Desde , os garotos do bairro já batiam bola no terreno que pertencia em parte ao município de Curitiba e ao Governo do Estado. Era um lugar ermo, de difícil acesso, que tinha como ligação apenas o pátio de manobras da Rede. Da rua João Negrão para frente a região era chamada de "Filtro", por causa da estação de tratamento de água, onde se encontra a Sanepar. Não havia ponte sobre o rio Belém e os jogadores do Ferroviário, até 1943, só tinham acesso pelo pátio da Rede. Em reunião da diretoria no escritório da Rede ficou estabelecido que o clube Atlético Ferroviário teria que se responsabilizar integralmente pela obra e que a empresa estatal colaboraria extra oficialmente para a conclusão do projeto. Reinaldo Thá assumiu o compromisso de tocar a obra, enquanto que os dirigentes do clube começaram a gestionar junto aos poderes públicos para que se processasse a doação do imóvel. E foi o que aconteceu: a Prefeitura Municipal de Curitiba e o Governo do Paraná doaram ao Ferroviário a área onde foi edificado o estádio que levou o nome do superintendente da Rede, Durival Britto e Silva. Por isso, quando da ação -- na fusão do Ferroviário com o Britânia e Palestra -- o colorado ganhou em todas as instâncias a batalha judicial travada com a Rede Ferroviária Federal pela posse do estádio. Ele sempre foi do clube e não da Rede. Trabalho Arregaçando as mangas, o empreiteiro Reinaldo Thá tocou o pau na máquina e praticamente confundiu a atividade da empresa que liderava, Irmãos Thá Construções, com as obras do estádio, as quais se iniciaram em 1943. Enquanto seguia o trabalho no estádio, a Prefeitura construía uma ponte sobre o rio Belém, facilitando a passagem pela rua Engenheiro Rebouças, que foi calçada até o a inauguração.O grande gancho usado para receber a doação de material de construção, foi o império do transporte exercido pelas ferrovias naquela época de poucas estradas e dos parcos recursos daquelas que existiam. Quem dependia do transporte ferroviário ajudou da melhor forma, com donativos, pois o grande drama era conseguir maior número de vagões para o transporte da safra de café, erva-mate, madeira, fundição, cal, areia e tudo mais.Um vagão de carga valia ouro e Reinaldo Thá pedia toda ajuda, além de garantir a mão-de-obra que vinha da sua firma. Fornecedores também colaboravam e todas as doações eram feitas em nome do Clube Atlético Ferroviário, sendo que a construtora Irmãos Thá não recebeu um tostão em dinheiro durante os três anos de trabalho. Era tudo na base da permuta, com a construtura recebendo madeira em troca da mão-de-obra. O EstádioCom capacidade para 18 mil espectadores na época da inauguração, o estádio Durival Britto e Silva era moderno e aconchegante, contando com boas instalações para o público, para a imprensa e para prática de diversas modalidades esportivas.Possuía uma concha acústica para apresentação de orquestras e corais, sendo que lá se exibiu no ano da inauguração a orquestra do maestro Xavier Cugat, um dos mitos dourados dos musicais da Metro, em Hollywood.A idéia da concha acústica foi do professor Samuel Chameki, engenheiro da Irmãos Thá que doou o projeto. Construiu-se uma piscina olímpica, pista de atletismo, quadras de basquete, vôlei, ciclismo, enfim, tudo de mais avançado.O estádio de Vila Capanema alcançou enorme sucesso, servindo de palco para os principais acontecimentos esportivos da capital durante cerca de 30 anos Copa do Mundo Quando o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa do Mundo de futebol em 1950, a primeira após 12 anos de paralização por causa do grande conflito mundial, a cidade de Curitiba credenciou-se para ser uma das sub-sedes. A Federação Paranaense de futebol ofereceu à CBD - então Confederação Brasileira de Desportos - o belíssimo e recém inaugurado Estádio Durival Brito. A CBD incluiu Curitiba no circuito da Copa, graças à existência do estádio do Ferroviário, e uma comissão de vistoria veio até a cidade para analisar o estádio da Vila. Entre os membros da comissão encontrava-se o paranaense Mozart Giorgio, nascido na zona do Tigre e torcedor do Britânia, que prestava serviços na CBD. O estádio foi aprovado por unanimidade e, no dia 25 de junho de 1950, ficou repleto para o jogo Espanha 3 x 1 Estados Unidos. O segundo jogo da Copa em Curitiba aconteceu no dia 29 de junho: Paraguai 2 x 2 Suécia. O estádio Durival Britto e Silva entrava para a história das grandes praças esportivas do mundo. Inauguração Coube ao presidente do Ferroviário, Lineu Ferreira do Amaral, comandar as festividades que marcaram a inauguração do belo estádio do clube no dia 23 de janeiro de 1947. Do governador Moisés Lupion às mais diversas autoridades e esportivas compareceram à Vila Capanema na noite da inauguração, que teve como atração futebolística o jogo amistoso do Ferroviário com o Fluminense, campeão carioca de 1946, com o qual o Ferroviária mantinha excelente relacionamento.O jogo marcou também a inauguração do sistema de iluminação artificial do estádio e aconteceu numa quinta-feira, com a equipe carioca vencendo por 5 x 1. No Domingo, o segundo jogo no novo estádio: Fluminense 4 x 0 Atlético Paranaense. O rubro-negro, sempre com fortes laços de amizades com o Ferroviário, presenteou o clube irmão com uma placa de bronze comemorando o evento, a qual se encontra cravada abaixo da tribuna de honra do estádio.A entrega do estádio pronto foi a consagração daquele grupo de homens que se entregou de corpo e alma na sua construção. Foi um passo à frente para o futebol paranaense e um marco na história do futebol brasileiro.O estádio pertence ao Paraná Clube, foi inaugurado em 1947 e sediou dois jogos da Copa do Mundo de 1950. Naquela época, era o quarto maior do país, só atrás do Maracanã, Pacaembu e São Januário.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Exposição Paraná - Caminhos da História da Arte

Santa Fé recebe exposição "Paraná Caminhos da História e da Arte"

A cidade de Santa Fé vai receber a partir do dia 30 de agosto, quinta-feira, a exposição itinerante “Paraná: Caminhos da História e da Arte”, organizada pela Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Junta Comercial do Paraná. A exemplo do projeto “Mostra Regional de Artes Visuais”, essa exposição itinerante vai atender as dezoito regionais de cultura do Paraná até 2010. Em Santa Fé a mostra oferece uma oportunidade para o público – de todas as idades - conhecer um pouco mais sobre a história do Estado por meio de objetos, documentos, fotografias e obras de arte representando a história e a produção artística paranaense. A abertura ocorre às 19 horas no Salão do Lions Club (R. Vera Cruz esquina com R. Apucarana – Santa Fé) com a presença da Secretária de Cultura do Paraná, Vera Mussi, e de autoridades da região. A entrada é franca e aberta ao público. “Paraná: Caminhos da história e da Arte” vai percorrer dezoito cidades de regiões diferentes do Estado. Nesta nova fase do Projeto o público vai conhecer a história do Estado que será dividida da seguinte forma: Ancestralidade: Paraná Pré-história (peças arqueológicas e arte rupestre) e o Paraná Indígena (objetos dos principais grupos – guarani, kaingang e xetá); Migrações: Principais grupos colonizadores, diversidade étnica na formação da população paranaense, surgimento de centros urbanos e primeiros artistas e o ensino da arte; Viajantes: Registros dos artistas viajantes dos primeiros núcleos urbanos; Migrações; Natureza: Paisagem rica e diversificada, Serra do Mar, Araucária – importante árvore da flora paranaense e a importância da terra roxa nas lavouras do Estado; Cidades; Economia e Sociedade: Ciclos econômicos, a criação da Junta Comercial do Paraná, desenvolvimento dos meios de comunicação, proliferação das plantações monocultoras e instalação das indústrias automotivas e, finalmente, Contextos Regionais: fotos históricas que registram o desenvolvimento das diversas regiões do Estado. Estão sendo disponibilizados objetos, documentos e obras de arte originais a fim de disseminar a produção cultural dos artistas que fizeram a trajetória da arte paranaense e com acervo dos museus da Secretaria que cedem parte de suas obras para circular pelo interior do Paraná”. De fato, a Mostra apresenta pinturas, documentos e objetos dos museus Paranaense, Alfredo Andersen, da Imagem e do Som, de Arte Contemporânea e Casa João Turin. Seminário No dia da abertura (30), às 8h30, acontece no teatro Calil Haddad (Av. Dr. Luiz Teixeira Mendes, 2500), em Maringá, o Seminário da Cultura Paranaense – uma atividade complementar a exposição - que tem por objetivo apresentar, discutir, interagir e trocar informações sobre os diversos aspectos culturais do Estado. Assim, durante um dia, professores e historiadores vão abordar diversos assuntos, principalmente, como se deu a formação da região onde acontece o seminário. As inscrições são gratuitas e todos os participantes receberão Certificados emitidos pela FAP - Faculdade de Arte do Paraná. Durante o seminário serão abordados os temas “A Breve História do Paraná e sua Formação Étnica” e “As Artes Plásticas do Paraná". Além dos palestrantes, também haverá como novidade um show/palestra sobre a Música paranaense com os músicos pesquisadores, Lydio Roberto e Mara Fontoura. No programa: Brasílio Itiberê, Bento Mossurunga, Padre Penalva, Lápis entre outro conciliando um repertório erudito com o popular. O Seminário também vai exibir dois curtas metragens produzidos pela Secretaria de Cultura do Paraná: “As muitas faces de um só Paraná” e “Assim nasce a Cultura”. Serviço: “Paraná – Caminhos da História e da Arte” em Santa Fé. Abertura, dia 30 de agosto, quarta-feira, às 19 horas, no Salão do Lions Club (R. Vera Cruz esquina com R. Apucarana – Santa Fé). As visitas acontecem de segunda-feira a sexta-feira, das 8h. às 11h30 e das 13h. às 17h30. Aos sábados das 13h. às 17h. No período de 30 de agosto a 14 de outubro. Entrada franca. (44) 3247-1371. Seminário acontece no dia 30 de agosto, quinta-feira, às 8h30, no Teatro Calil Haddad – Av. Dr. Luiz Teixeira Mendes, 2500 - Maringá. Tel: (44) 3901-1823 //3901-1155. Inscrições gratuitas.Para baixar essa notícia clique aqui.Informações no Museu Alfredo Andersen, telefone (41) 3222-8262, e-mail maa@pr.gov.br.

David Gilmour - Esse cara eu recomendo

Vá até esse link e baixe o material: http://musicasocial.blogspot.com/search/label/David%20Gilmour Nasceu em Cambridge, Inglaterra e cresceu em Grantchester Meadows. A sua educação teve lugar na Waldorf School e foi durante muitos anos um modelo para essa escola, tendo no entanto descrito a sua educação como “horrível”. Gilmour conheceu Syd Barrett quando frequentava o Colégio de Artes e Tecnologia de Cambridge, embora não tenha pertencido á formação inicial dos Pink Floyd. O primeiro grupo de Gilmour chamava-se Joker’s Wild para quem começou a tocar em 1963. A banda mudou o seu nome para Flowers em 1967 tendo acabado nesse mesmo ano, tendo Gilmour formado os Bullitt. Juntou-se aos Pink Floyd em Janeiro do ano seguinte. Syd Barrett saiu do grupo alguns meses mais tarde tendo Gilmour assumido o papel de guitarrista principal. Gilmour lançou o seu primeiro álbum, epónimo, na Primavera de 1978.O seu segundo álbum About face foi editado em 1984. Roger Waters deixou os Pink Floyd em 1985 assumindo que sem ele os Pink Floyd se demembrariam. Em vez disso, Gilmour assumiu o completo controle e criou "A momentary lapse of reason". Gilmour explica: "Eu tinha um sem número de problemas com a direcção da banda no passado recente, antes de Roger sair. Eu achava que as músicas tinham muitas palavras, e que devido ao significado dessas palavras serem tão importantes, a música tinha-se tornado um mero veículo para as letras, o que não era muito inspirador...The dark side of the moon e Wish you were here tiveram um enorme sucesso, não apenas devido à contribuição de Roger, mas também porque havia um equilíbrio maior entre a música e as palavras do que em álbuns mais recentes. É isso que estou a tentando fazer em A momentary lapse of reason mais focado na música, restaurar o equilíbrio

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Luiz Calos Paraná

Caso você queira baixar esse material:
http://umquetenha.blogspot.com/search/label/Carlos%20Paran%C3%A1
Luís Carlos Paraná (Luís Carlos Paraná)
15/3/1932 Ribeirão Claro, PR , morreu 3/12/1970 São Paulo, SP. Cantor. Compositor. Autodidata. Trabalhou no campo como lavrador até aos 19 anos de idade. Transferiu-se para o Rio de Janeiro nos anos 50 onde trabalhou como comerciário e dividiu com João Gilberto um quarto em uma pensão carioca. Na época, tocava em várias boates cariocas. Anos mais tarde (...) Em 1964, sua composição "Queria" foi gravada pelo cantor Carlos José. No ano de 1966 Elza Soares interpretou "De paz e amor" (c/ Adauto Santos) obtendo o segundo lugar no "2º Festival da Múisca Popular Brasileira da TV Record". Em 1967 gravou em compacto simples com as composições "Capoeira do (...) Cafezal • Canoa vazia • De amor e paz (c/ Adauto Santos) • De um só amor • Maria, carnaval e cinzas • Mocambo • Queria • Resignação • Se for pra medir saudade • Você merece um tango • Vou morrer de amor .Capoeira do Arnaldo/Napoleão (1967) Fermata Compacto simples • 3º Festival de música popular Brasileira (vários) (1967) Philips LP • 1ª Bienal do samba (vários) (1967) Continental LP • Jogral 70 (vários) (1970) RGE LP • A música de Carlos Paraná (1975) Discos Marcus Pereira LP

Viola Quebrada

Caso você queira baixa esse material: http://umquetenha.blogspot.com/search/label/Viola%20Quebrada Recheado de grandes sucessos, e mais a participação muito especial de Zeca Baleiro, este é o 2º CD do Viola Quebrada. O mais celebrado grupo caipira do Paraná revive clássicos como Chitãozinho e Xororó, Encantos da Natureza, Você Vai Gostar e a faixa título Sertaneja, com vozes, violas, violões, acordeon e até violino. Rogério Gulin Compositor, instrumentista, arranjador epesquisador musical (folclore e música caipira), cursou violão clássico na Embap (Escola deMúsica e Belas Artes do Paraná). Começou osestudos de viola caipira como autodidata até que, em 1986, conheceu o "violeiro" RobertoCorrea no Festival de Ouro Preto com quem realizou vários cursos, oficinas, seminários eworkshops. Como professor ministrou, pela Secretaria Estadual de Cultura do Paraná, váriasoficinas de violão e viola caipira pelo interior do
estado. No Conservatório de Música PopularBrasileira dá aulas de violão, viola caipira e
prática de conjunto. Atualmente é integrante dosgrupos musicais Viola Quebrada, do grupo TerraSonora, Orquestra à Base de Corda e do grupo 3de paus. Foi selecionado, em 2000, no Projeto"Rumos Musicais" do Itaú Cultural que resultounum CD chamado Cartografia Musical Brasileiralançado em 2001 e em 2004 no Prêmio Syngenta de música instrumental de viola. Em 2003 lançou o CD Tempestade, comcomposições de sua própria autoria.Margareth Makiolke é natural de Londrina, nonorte do Paraná e reside em Curitiba-Pr. Cantora, compositora e instrumentista (piano, violão e percussão)Cursou licenciatura em música na Universidade Federal da Bahia e Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) e é graduada em Musicoterapia pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Pós-graduada em MPB, também pela FAP. Realizou um trabalho especial como compositora e arranjadora com seu CD solo “Pedaço de Lua” lançado em outubro de 2001, no Teatro Paiol em Curitiba.Oswaldo Rios é natural de Planaltina do Paraná. Cursou Desenho Industrial na PUC-PR, violão no Consevatório de Música Villa-Lobos e participou de Workshops e Oficinas de composição com Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé e SérgioNatureza e prática de conjunto de música caipira com Roberto Correa. Além do Viola Quebrada participa do grupo 3dePaus" que realiza um trabalho de músicacaipira de humor.Como compositor, lançou em 2003, seu CD solo chamado Retrovisor, que temcomposições suas em parcerias com poetas curitibanos como Marcos Prado, Thadeu Wojciechowski, Roberto Prado, Paulo Leminski, Alice Ruiz, Beto Trindade e Adriano Sátiro.Rubens PiresCompositor, instrumentista, arranjador.. Natural de Curitiba, cursou piano popular na FAP Faculdade de Artes do Paraná). Participou deoficinas de acordeon com Toninho Ferragutti e Alessandro Kremer nas Oficinas de Música de Curitiba.Como professor dá aulas de acordeon no Conservatório de MPB de Curitiba e em diversasescolas de Curitiba e Região Metropolitana de Acordeon, técnica vocal, flauta doce, cant coral, piano e violão. Participa, ainda, com o Grupo Viola Quebrada de oficinas de cordeon pelo interior do Paraná dentro do
Programa Música de Raiz do ProjetoParanização. Produz e dirige gravação de CDs
de cunho evangélico. Atualmente é integrante dosgrupos musicais Viola Quebrada que realiza umtrabalho com resgate de clássicos caipiras e tem 4 (quatro) CDs lançados nacionalmente,Viola Quebrada (2000), Viola Fandangueira(2002), Caipiríssimo (coletânea lançadapela gravadora Kuarup em 2002 com a participação do Viola Quebrada,Renato Teixeira,Rolando Boldrin e Pena Branca) e Sertaneja (2003).Da Empresa Bryde Eventos, banda formada por cinco músicos, que atende casamentos ,formaturas, baile de debutantes, etc.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Parques de Curitiba






Venha conhecer Curitiba. Capital de todos os paranaenses.

Litoral do Paraná






Litoral do meu Paraná. Nossas belezas.

Estrada da Graciosa

Estrada de história e beleza: Um atrativo a mais para se chegar ao litoral paranaenseEstrada da Graciosa é um cenário ideal para viagens sossegadas, onde mistura história e beleza. O trajeto de muitas curvas sinuosas com seus paralelepípedos, cortam a serra mostrando as maravilhas da Mata Atlântica.A estrada da Graciosa teve sua construção iniciada no Governo do Presidente da Província, Zacarias de Góes e Vasconcelos. A primeira etapa, a da Serra do Mar, ocorreu entre 1646 e 1653. A segunda, até Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, hoje Curitiba, tem a data estimada de sua conclusão por volta de 1873. Quem desce ao litoral paranaense através da Estrada da Graciosa encontra um espetáculo à parte, cercado entre árvores e outras belezas naturais. O contato com a natureza faz com que o turista não tenha pressa para chegar ao destino. Fonte;Terra e Asfalto

Londrina X Cianorte



Cianorte X Londrina

Copa Paraná:09.09.2007 - 16:00
Estádio: Albino Turbay




Cascavel

Cascavel é um município do estado do Paraná. Localiza-se a uma latitude 24º57'21" sul e a uma longitude 53º27'19" oeste, estando a uma altitude de 781 metros. Possui uma área de 2.065,8 km². Sua população estimada em 284.083 habitantes (em 2006), sendo sua grande maioria residente na área urbana. Dista da capital do estado 492 km.Os índios caingangues habitavam esta região. O povoamento da área do atual município teve início a partir do final da década de 1910, por colonos "caboclos" e descendentes de imigrantes eslavos. A vila começou a se formar em 28 de Março de 1928, quando José Silvério de Oliveira, o Nhô Jeca, arrendou as terras do colono Antônio José Elias nas quais se encontrava a "Encruzilhada dos Gomes", onde montou seu armazém. O prelado de Foz do Iguaçu, monsenhor Guilherme Maria Thiletzek, batizou a vila como Aparecida dos Portos, mas a população preferiu a denominação histórica, ligada ao rio.
A vila foi oficializada pela prefeitura de Foz do Iguaçu em 1936. Milhares de colonos sulistas migraram para o local quando o ciclo da erva-mate já estava extinto, dedicando-se ao corte da madeira, substituindo árvores por grandes lavouras de cereais e a criação de suínos. O ciclo da madeira, entre os anos 30 e 40, atraiu grande número de famílias de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e em especial colonos poloneses, alemães e italianos, que juntos, formaram a base populacional da cidade. Em 1938, já com a denominação definitiva de Cascavel, foi elevado a sede de distrito administrativo. Em 14 de Dezembro de 1952, Cascavel torna-se Sede de Município, no auge do ciclo da madeira e das empresas colonizadoras. Hoje é conhecida como a Capital do Oeste Paranaense, um dos maiores pólos econômicos do Paraná. Origem do nomeDiz a lenda que o nome Cascavel, surgiu por causa de um grupo de colonos que quando ali pernoitavam próximo do rio, foram acordados pelo ruído de um ninho de cobras cascavel. A partir de então, o local ficou conhecido como simplesmente Cascavel. Este local é hoje onde se conhece como Cascavel Velho, longe do atual centro da cidade. Dados históricosO primeiro médico da cidade foi Wilson Joffre (hoje tem uma praça na cidade com o nome dele). O primeiro dentista foi Adalberto Alves da Rocha, que se graduou na Universidade Federal do Paraná e instalou residência na cidade em 1955. Ele foi casado com Lindamir Martins da Rocha e ambos foram fundadores e atuantes membros do Lions Club regional e estadual. O primeiro farmacêutico foi Tarqüínio Joslin dos Santos, cujo nome presta homenagem a um parque. GeografiaSitua-se no Terceiro Planalto do estado, na região extremo Oeste Paranaense, com uma altitude variando em torno dos 780 m e uma área de 2.091 km². Possui clima subtropical mesotérmico superúmido com temperatura média anual em torno de 19º C. A temperatura máxima média em janeiro é de 28,6º C e em julho a miníma média é de 11,2º C, com ocorrência de geadas. Há registro de ocorrência de neve em 1975, 1979 e em 2000. O dia mais frio corresponde a 17 de julho de 1975 quando a temperatura máxima foi de 3,4 ºC.Temperatura mínima registrada: -4,0 ºC (18 de julho de 1975) Temperatura máxima registrada: 37,6 ºC (12 de março de 2005)

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Jemima Lima Fernandes

Jemima Lima Fernandes. http://www.jemimafernandes.com.br
A jornalista, locutora, cantora e compositora Jemima Lima Fernandes canta desde criança. O primeiro contato com a música foi cantando um dueto através do auto-falante da Igreja Presbiteriana do Brasil em Mamborê a 230 km de Londrina PR, com a prima Neêmias (Bilica) ambas na época com 7 anos.
Galgando passos na carreira musical desde a infância, Jemima formou-se em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 1986. Começou gravando jingles para a rádio e TV e trabalhou em rádios londrinenses entre elas a rádio Folha FM 102,1 MHz e Antena I FM 105,5 MHz. O primeiro emprego foi em Londrina na extinta rádio Cruzeiro FM, hoje a Igapó 104,5 MHz e Gospel 105,5 MHz.
Atualmente é locutora na radio Universidade FM 107,9MHz emissora pública da Universidade Estadual de Londrina. A cantora/locutora produz, grava jingles, esperas telefônicas, documentários, spots para rádio e TV e canta em casamentos e eventos. Participa do Ministério de Louvor da Igreja Presbiteriana Central de Londrina.
2006 – gravação do CD “Voz Versos Vida” através de Lei de Incentivo PROMIC – Programa Municipal de Incentivo à Cultura de Londrina – PR.2004 – 3º Lugar na categoria SOLO do Festival Gospel Paraná, interpretando “Messias Prometido” canção de sua autoria no Festival promovido pela RTVE – Rádio e TV Educativa “ Paraná Educativa”, REPAS – Rede Evangélica Paranaense de Assistência, CECOVI – Centro de Combate a Violência Infantil e apoio da Universidade Estadual de Londrina. (http://www.festivalgospelparana.com.br/).

Féretro - Londrina - Paraná

Raquel Basilone - Lead Vocals and Keyboards; Ederson Vertuan - Eletric and Acoustic Guitars, Vocals; Marina Miyauchi - Bass Guitars; Ronaldo Andrade - Drums.
Influences: Heavy metal Progressive rock Doom metal Death metal Trash metal Black metal Darkwave Brazilian and American Country Music World Music Classical Music Soundtrax Cathedral, Opera IX, Type O Negative, My Dying Bride (in the beginning). Mixed Influences (currently) Other Influences: Personal Life Theatre Horror Movies Ghost Stories Poetry Arts Academic Life. a banda foi formada em 2004 em Londrina, com o intuito de mesclar som sombrio e pesado com performances teatrais em palco, além de letras com o tema morte sempre citado.
A banda lançou recentemente uma demo intitulada ``Death Inside`` que já pode ser adquirida por 10,00R$.http://www.myspace.com/feretrodoommetal .